Opa, tudo certo?

O carudo da foto sou eu: Jorge Wagner, nascido em Paracambi, cidade do interior fluminense, no ano de 1984, formado em jornalismo pela Universidade Estácio de Sá em 2007, especializado em Leitura e Produção de Textos pela mesma instituição alguns anos depois.

Dono de curiosidades e gostos aleatórios, já fiz um pouco de um monte de coisas para pagar meus boletos. Emprestei palavras para autarquias, para e-commerce e varejo, expliquei muita coisa em página de e-gov. À parte do mundo profissional, gosto de citar os “tributos indies” ao Raça Negra e ao Belchior (este último, citado na biografia escrita por Jotabê Medeiros como algo que chamou a atenção do compositor).

Das livrarias e sebos, passando pela Central do Brasil, pelo mercado informal na área da Uruguaiana, por cursos na Presidente Vargas, por selfie-services e lanchonetes no entorno da Rua da Quitanda e por empregos na Buenos Aires e na Santa Luzia, o Centro do Rio está presente na minha vida há bastante tempo. E, se não foi de caso pensado que vim a fixar nele a minha residência em agosto de 2016 (quando tudo o que eu queria era um conjugado que coubesse no orçamento e ficasse a no máximo 10 minutos de caminhada de uma estação da Linha 1 do metrô), foi em boa e se mostrou uma boa decisão.

Para além do olhar viciado do passante rotineiro ou da possível admiração de um turista, descobri lugares dos quais gosto, criei novos hábitos, vivi pequenas histórias de grandes significados. Por fim, voltei até mesmo a trabalhar pela zona central exatamente um ano ano depois de me mudar para cá.

Não digo que não tenho nada do que reclamar, porque tenho. Mas é pouco. E, para alguém que não raro tende ao lado resmungão da vida, ter poucas coisas sobre as quais reclamar já é estar bastante satisfeito.